Qualquer um pode dar-me prazer
Dos finitos aos infindos.
Mas não é meu corpo que quero que toquem.
Isso já não me satisfaz.
Toquem-me a alma!
Num gesto puro e simples
Como um beijo dos que se entregam,
Profundamente humanos e necessitados de realidade,
Na verdade de sentidos despidos de ilusão,
De um coração que é não é vazio
E se aquece ao toque de um olhar.
(Cris Floriano Garcia – 14/11/11)